Oxigenoterapia Hiperbárica

Oxigênio hiperbárico é empregado como tratamento para alterações patológicas teciduais no mundo todo há cerca de 50 anos.
No Brasil há pouco mais de 20 anos. Consiste na inalação de 100% de oxigênio com pureza maior que 99% vv, estando o paciente submetido há uma pressão maior que a atmosférica, no interior de uma câmara hiperbárica. A Revivere possui duas câmaras monoplace -  permitem apenas a acomodação de um paciente por vez.
 
As aplicações clínicas atualmente reconhecidas da oxigenoterapia hiperbárica são as seguintes:
 
-Embolia gasosa;
-Doença descompressiva;
-Embolia traumática pelo ar;
-Envenenamento por monóxido de carbono ou inalação por fumaça;
-Envenenamento por cianeto ou derivados cianídricos;
-Gangrena gasosa;
-Síndrome de Fournier;
-Outras infecções necrotizantes de tecidos moles: celulite, fasciites e miosites;
-Isquemias agudas traumáticas: lesão por esmagamento, síndrome compartimental, reimplantação de extremidades amputadas;
-Vasculites agudas de etiologia alérgica, medicamentosa ou por toxinas biológicas;
-Queimaduras térmicas e elétricas;
-Lesões refratárias: úlceras de pele, pés diabéticos, lesões por pressão, úlceras por vasculites auto-imunes, deiscências de suturas;
-Lesões por radiação: radiodermite, osteorradionecrose e lesões actínicas de mucosas;
-Retalhos ou enxertos comprometidos ou de risco;
-Osteomielites;
-Anemia aguda, nos casos de impossibilidade de transfusão sanguínea.




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